HISTÓRIA


     Tudo começou num bate papo entre David Bastos e Anderson Muniz. David, ciente do surgimento de uma nova liga em Niterói, a LFSN, se interessou em montar um time de amigos e entrar para a disputa. Como era um investimento alto, ele saiu em busca de patrocínio e conseguiu, de uma empresa que fornece internet para algumas localidades de Niterói. O nome dessa empresa era Web Home e esse foi o nome fundador do time. WEB HOME FC.

     Na primeira Série Bronze, disputada no primeiro semestre de 2007, o time ainda muito amador e inexperiente na competição não conseguiu ir longe. Ficou claro que o campeonato não era tão amador e que o time precisava de reforços. Foi aí que David conheceu e se tornou amigo de uma peça hoje fundamental para o time: Mario Grillo. Mario é pai de dois amigos de David, Pedro e Vinicius, onde estudaram alguns anos juntos no Colégio Salesiano Santa Rosa. O time carecia de um pivô. Mario com sua experiência e sua fama de goleador nato nos campeonatos veteranos disputados no Abel, foi convidado por David para fazer parte da equipe.

     Ele entrou e não saiu mais. Mario foi adquirindo confiança de todos e acabou se tornando o técnico e patrocinador do time. Foi então que David abriu mão do patrocínio da Web Home e a empresa Mario Grillo & Advogados Associados passou a “segurar todas as pontas” do time.

     Com tantas alterações e reformulações, no elenco e na infraestrutura, eles necessitaram de um novo nome: Cricket Soccer. Cricket advém do inglês grilo. A associação é assim, imediata. Cricket Soccer ou “Grilo Futebol”, uma pequena forma de agradecer por tudo que Mario vinha fazendo pelo time.

     Com um novo nome, um novo elenco, e com tudo pela frente, a equipe começou participar com mais afinco e constância dos campeonatos organizados pela LFSN. Foi uma questão de tempo para essa equipe despontar. O Cricket chegava cada vez mais perto nas Séries e nas Copas. Até que no primeiro semestre de 2009 o Cricket Soccer foi vice campeão da Série Bronze, conseguindo assim sua classificação para a Série Prata. Embalado por toda magia de grande final, o Cricket disputou a Prata “mordido”, com fome e sede de título e se classificou para o Campeonato Carioca de Futebol Society. Não conseguiu ser campeão no seu ano de estréia, mas fez bonito e impressionou muita gente.

     O Cricket vivia num caldeirão de modificações no segundo semestre de 2009. Foi onde as empresas Eco Som e Excel Informática decidiram acreditar no time e patrociná-lo, mergulhando o time no universo do semi profissionalismo.

     Apimentando esse caldeirão, também no segundo semestre de 2009 foi criado o Cricket Veteranos. Mario Grillo, através de uma seleção criteriosa, convocou alguns bons jogadores de Niterói para participar do time. Mario, com faro de títulos, não errou. Já no primeiro ano conquistou o Campeonato Carioca de Veteranos e adquiriu a tão sonhada vaga para o Brasileiro de Veteranos, que acontecerá no segundo semestre de 2010 em Conselheiro Lafaiete – MG.

     Também no fim de 2009, o time Campeão do Sub-15, Misto-Quente, foi convidado pela Diretoria do Cricket a vestir seu nome. Wanildo Camacho, até então dono do time, conhecendo a seriedade e infra estrutura do Cricket, topou o desafio de representá-lo no Brasileiro, que ocorrerá no segundo semestre de 2010, também em Conselheiro Lafaiete – MG.

     Sendo assim, esse fora o desfecho de um 2009 magnânimo.

     Mas o Cricket não parou por aí. E em 25 de janeiro de 2010 o Cricket Soccer virou instituição desportiva. Através de uma reunião com eleição da presidência, da diretoria e do conselho fiscal, o Cricket entrou totalmente no profissionalismo e virou Cricket Soccer Society, o primeiro clube de Futebol Society do estado do Rio de janeiro.

     Cada dia que passa o Cricket escreve mais uma página da sua história, que tem tudo para ser surpreendente.


     “Mesmo mergulhado num universo diferente, onde nem sempre o pessoal é mais importante do que o profissional (leia-se: competitividade), eu espero que o Cricket Soccer mantenha sua essência, que é o título que nenhum dos 80 (oitenta) times da LFSN tem nem nunca terão” – David Bastos.






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